O que os baixos Strinberg Aninha Deleones trazem de diferente em um clássico Jazz Bass?

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O que os baixos Strinberg Aninha Deleones trazem de diferente em um clássico Jazz Bass?

O que os baixos Strinberg Aninha Deleones trazem de diferente em um clássico Jazz Bass?

O que os baixos Strinberg Aninha Deleones trazem de diferente em um clássico Jazz Bass?

Os contrabaixos Strinberg Aninha Deleones trazem uma mistura do clássico com o moderno. A proposta não é simplesmente reproduzir uma fórmula tradicional: a Strinberg acrescentou pré-amplificador ativo, equalização de três bandas, operação ativa/passiva e a função Tone Shape.

Há ainda escolhas de construção que ajudam a definir a personalidade dessa linha Signature, como corpo sólido em basswood e braço e escala em roasted maple. E o baixista pode optar pelo JBS154AD de quatro cordas ou pelo JBS155AD de cinco cordas, dependendo da extensão e da tocabilidade que procura.

Fundada em 2014 em Porto Alegre, a Openstage atende músicos iniciantes, intermediários e profissionais, com forte presença em instrumentos de cordas e possibilidade de conhecer diferentes propostas de contrabaixo presencialmente antes da escolha. O atendimento online também permite comprar instrumentos para entrega em outras regiões do Brasil.

Mas o que realmente muda quando colocamos os modelos Signature Aninha Deleones ao lado da receita tradicional de um Jazz Bass? É isso que vamos entender. Veja os tópicos deste post:

  1. O que são os baixos Strinberg Signature Aninha Deleones?
  2. O que eles preservam de um Jazz Bass clássico?
  3. O que o circuito ativo/passivo muda na prática?
  4. Como funciona a função Tone Shape?
  5. Qual a diferença entre o JBS154AD de 4 cordas e o JBS155AD de 5 cordas?
  6. O que corpo em basswood e roasted maple acrescentam ao instrumento?
  7. Quais são as opções de acabamento da linha?
  8. Para quais estilos e formas de tocar esses baixos fazem sentido?
  9. Como escolher entre os modelos Signature Aninha Deleones?
  10. Por que a Openstage é referência em contrabaixos em Porto Alegre?

1. O que são os baixos Strinberg Signature Aninha Deleones?

Os baixos Strinberg Aninha Deleones são contrabaixos elétricos desenvolvidos em parceria com a baixista e construídos sobre a plataforma do tradicional formato Jazz Bass. A família é formada principalmente pelo JBS154AD, de quatro cordas, e pelo JBS155AD, de cinco cordas, ambos combinando captadores JB passivos com pré-amplificador ativo.

Essa combinação é importante para entender a proposta Signature. Visualmente e em parte da arquitetura sonora, o músico encontra uma linguagem bastante familiar. Quando chega aos controles, porém, percebe que há muito mais possibilidades do que em uma configuração Jazz Bass essencial.

Os dois modelos utilizam construção bolt-on, com braço parafusado, corpo sólido em basswood, braço e escala em roasted maple, tensor bilateral e 21 trastes. Os captadores são dois JB passivos, enquanto um pré-amplificador alimentado por bateria de 9 V é responsável pela seção ativa.

É justamente esse encontro de referências que define bem o projeto: em vez de abandonar o Jazz Bass em busca de uma abordagem completamente moderna, a linha parte de uma plataforma consagrada e adiciona ferramentas para o músico trabalhar melhor o próprio timbre.

2. O que os Strinberg Aninha Deleones preservam de um Jazz Bass clássico?

A característica mais evidente preservada pelos modelos é a própria arquitetura Jazz Bass: formato tradicional do corpo e dois captadores do tipo JB, cada um com controle individual de volume. Isso permite trabalhar a relação entre captador do braço e captador da ponte, uma das características mais conhecidas dessa família de instrumentos.

Para entender a diferença, vale observar uma referência deliberadamente tradicional. O Fender American Vintage II 1966 Jazz Bass utiliza dois captadores single-coil Jazz Bass, dois controles de volume e um controle master tone, sem chaveamento de captadores. É uma configuração simples, passiva e diretamente ligada à linguagem histórica do modelo.

Nos Strinberg Signature, a ideia de dois captadores e dois volumes continua. O ponto em que os caminhos começam a se separar está depois deles: em vez de depender apenas de um controle geral de tonalidade, o baixista passa a contar com médios, graves e agudos, além de recursos de chaveamento.

Isso significa que o JBS154AD e o JBS155AD não tentam substituir a personalidade do Jazz Bass. Eles usam essa personalidade como ponto de partida e acrescentam uma eletrônica voltada ao músico que quer alterar mais profundamente a resposta do instrumento sem depender exclusivamente do amplificador, de pedais ou de equipamentos externos.

3. O que o circuito ativo/passivo muda na prática?

O circuito ativo/passivo permite usar os captadores JB de duas maneiras diferentes: com a atuação do pré-amplificador interno ou em operação passiva. Nos modelos Aninha Deleones, a mudança é realizada por um controle push/pull, enquanto o pré ativo é alimentado por bateria de 9 V.

No modo ativo, entram em cena os controles de equalização. Há um potenciômetro dedicado aos médios e um potenciômetro concêntrico que reúne graves e agudos. Assim, você consegue reforçar ou reduzir diferentes regiões de frequência diretamente no contrabaixo.

Esse recurso pode ser especialmente interessante quando o músico precisa mudar de contexto rapidamente. Uma sonoridade preparada para fingerstyle pode pedir uma regulagem diferente daquela usada no slap; da mesma forma, um baixo que precisa ocupar determinado espaço em uma banda pode exigir ajustes diferentes de um instrumento gravado sozinho.

Já o modo passivo simplifica o caminho do sinal e aproxima o instrumento da lógica tradicional da captação JB. Não se trata de decidir que ativo é necessariamente melhor do que passivo. A vantagem aqui está justamente em ter as duas possibilidades no mesmo instrumento.

É também um recurso de segurança bastante útil em situações reais de uso. Se você prefere determinado timbre passivo em uma música e uma equalização ativa em outra, a mudança pode ser feita no próprio instrumento, sem que seja necessário trocar de baixo.

4. Como funciona a função Tone Shape dos baixos Aninha Deleones?

O Tone Shape é um recurso adicional do circuito que altera os parâmetros de equalização do pré-amplificador e é acionado por push/pull no controle indicado pela fabricante. Na prática, ele oferece uma segunda maneira de modificar rapidamente o comportamento tonal do instrumento além dos controles tradicionais de graves, médios e agudos.

Esse detalhe ajuda a mostrar por que esses modelos vão além de simplesmente colocar um pré ativo em um Jazz Bass. O músico dispõe de dois volumes, equalização de três bandas, troca entre ativo e passivo e mais uma opção de modelagem através do Tone Shape.

Para quem toca ao vivo, mudanças rápidas são importantes. Nem sempre há tempo para refazer a regulagem do amplificador entre músicas, principalmente quando o repertório passa por sonoridades diferentes. Um recurso acionável diretamente no baixo pode facilitar esse processo.

O melhor uso do Tone Shape, porém, não é pensar nele como um botão que produz um “timbre melhor”. Ele funciona como mais uma voz disponível. A utilidade dependerá do amplificador, das cordas, da técnica, da banda e, principalmente, do resultado que você quer ouvir.

5. Qual a diferença entre o JBS154AD de 4 cordas e o JBS155AD de 5 cordas?

A principal diferença é direta: o JBS154AD possui quatro cordas, enquanto o JBS155AD possui cinco. A eletrônica e a proposta de construção são muito semelhantes, mas a quinta corda do JBS155AD amplia o registro grave e também exige um braço mais largo.

No JBS154AD, a largura do nut informada pela fabricante é de 41,5 mm. No JBS155AD, ela passa para 45 mm. Ambos têm 21 trastes, braço e escala em roasted maple, corpo em basswood e dois captadores JB.

Para quem está acostumado ao baixo tradicional de quatro cordas, o JBS154AD oferece uma transição mais direta. Você mantém a organização familiar das cordas e ganha os recursos eletrônicos específicos do Signature.

O JBS155AD acrescenta uma quinta corda grave, normalmente afinada em Si. Isso aumenta a extensão inferior do instrumento e também cria novas possibilidades de digitação, já que determinadas notas podem ser encontradas em regiões diferentes do braço.

A decisão, portanto, não deve ser “qual tem mais recursos?”. Deve ser “qual organização do instrumento atende melhor o meu repertório?”. Quatro cordas continuam sendo suficientes para uma quantidade enorme de aplicações; cinco fazem sentido quando você realmente pretende utilizar a extensão adicional.

6. O que corpo em basswood e roasted maple acrescentam ao instrumento?

Os dois modelos utilizam basswood sólido no corpo e roasted maple tanto no braço quanto na escala. São escolhas que afastam a construção do conjunto típico encontrado em várias recriações vintage de Jazz Bass e dão aos Signature uma identidade própria também fora da eletrônica.

O roasted maple, ou maple termicamente tratado, chama atenção imediatamente pelo aspecto mais escuro da madeira. Neste caso, não aparece somente no braço: a própria escala também utiliza o material, acompanhada por marcações em blocos.

É importante não transformar madeira em uma fórmula simplista de timbre. A sonoridade final de um contrabaixo elétrico depende do conjunto formado por construção, captadores, eletrônica, cordas, regulagem, amplificador e técnica do músico.

Na prática, o ponto mais objetivo é que a Strinberg não buscou reproduzir literalmente uma configuração vintage. Como comparação, o American Vintage II 1966 Jazz Bass da Fender utiliza corpo em alder, braço em maple e escala em rosewood. Os Signature seguem outro caminho ao adotar basswood e roasted maple.

7. Quais são as opções de acabamento dos baixos Strinberg Aninha Deleones?

A linha aparece em três acabamentos principais: Orange (OR), Onix Black (OB) e Pearl White (PW).

A versão Orange tem uma identidade visual especialmente marcante e utiliza escudo Black Satin nas fichas oficiais consultadas. Nas versões Onix Black e Pearl White, as especificações mostram escudo Gold Satin.

As tarraxas Open Back pretas e as marcações em blocos ajudam a criar uma aparência que mistura elementos familiares do Jazz Bass com uma abordagem mais contemporânea.

Há ainda uma informação interessante para baixistas canhotos: o catálogo da linha lista versões para canhotos tanto dos baixos de 4 cordas, quanto dos baixos de 5 cordas.

É um detalhe relevante porque a escolha de um baixo não termina no timbre. Ergonomia, orientação, número de cordas e até a relação do músico com o visual do instrumento têm peso importante, especialmente em um instrumento que será usado em ensaios, gravações e palco.

8. Para quais estilos e formas de tocar esses baixos fazem sentido?

Os JBS154AD e JBS155AD fazem mais sentido para quem valoriza a versatilidade característica da configuração com dois captadores JB, mas deseja mais ferramentas para ajustar o timbre. O circuito ativo/passivo e a equalização de graves, médios e agudos permitem adaptar o instrumento a diferentes técnicas e contextos musicais.

No fingerstyle, por exemplo, a mistura dos dois volumes oferece diferentes relações entre corpo, definição e ataque. No slap, a equalização ativa oferece mais liberdade para trabalhar graves, médios e agudos conforme o restante do equipamento.

Essa flexibilidade também explica por que uma configuração desse tipo pode funcionar em rock, pop, funk, MPB, gospel, worship, jazz e outras situações em que o baixista precisa mudar de função dentro do arranjo.

É importante, no entanto, não pensar no baixo como um instrumento “para determinado gênero”. A eletrônica amplia possibilidades, mas quem define o resultado é o músico. Um mesmo JBS154AD pode assumir funções bastante diferentes dependendo da regulagem, das cordas, do amplificador e da forma como você toca.

No JBS155AD, a quinta corda adiciona outra variável: repertórios que usam regiões mais graves ganham acesso a notas que não estão disponíveis na afinação convencional de quatro cordas sem mudanças de afinação.

9. Como escolher entre os modelos Signature Aninha Deleones?

A escolha deve começar pelo número de cordas e continuar pela forma como você pretende usar a eletrônica. Se a configuração tradicional de quatro cordas já cobre o seu repertório, o JBS154AD entrega a proposta Signature em uma plataforma mais familiar. Se você realmente usa uma região grave ampliada, o JBS155AD passa a ser a alternativa natural.

Depois, pense na eletrônica. Você quer apenas encontrar um bom timbre e deixá-lo praticamente fixo ou costuma adaptar o baixo a músicas, técnicas, bandas e equipamentos diferentes? Quanto mais você valoriza ajustes rápidos no próprio instrumento, mais relevantes se tornam o pré de três bandas, o ativo/passivo e o Tone Shape.

Para quem está começando, quatro cordas podem facilitar a assimilação da organização tradicional do instrumento, mas isso não transforma o JBS155AD em uma escolha exclusiva para músicos avançados. Se o repertório que motivou você a estudar baixo já exige cinco cordas, começar nessa configuração também pode fazer sentido.

Quem já toca há mais tempo pode observar outros detalhes, como o nut de 41,5 mm no quatro cordas e 45 mm no cinco cordas, a resposta dos dois captadores JB e a forma como o circuito reage ao próprio equipamento.

Por isso, quando possível, vale tocar os dois. Alguns detalhes ficam claros na ficha técnica; outros, como adaptação ao braço, equilíbrio do instrumento e sensação durante a execução, só aparecem quando o baixo está nas suas mãos.

10. Por que a Openstage é referência em contrabaixos em Porto Alegre?

A Openstage atua em Porto Alegre desde 2014 e reúne instrumentos para músicos em diferentes momentos da trajetória, do primeiro contrabaixo a modelos destinados a quem já toca, grava ou se apresenta profissionalmente. A proposta da loja é combinar variedade de instrumentos com atendimento especializado e experiência presencial.

Para escolher um baixo, isso faz diferença. Ficha técnica é fundamental, mas não informa como você vai se adaptar ao braço, ao espaçamento das cordas, ao equilíbrio do instrumento ou à resposta dos controles enquanto toca.

Na loja física em Porto Alegre, você pode comparar propostas, conversar sobre o seu repertório e avaliar qual configuração atende melhor às suas necessidades. Isso é especialmente útil em uma escolha como JBS154AD versus JBS155AD, em que quatro ou cinco cordas alteram diretamente a experiência de execução.

A Openstage também mantém atendimento online e entrega para todo o Brasil, permitindo que músicos de outras cidades tenham acesso ao catálogo da loja e ao suporte da equipe durante a escolha.

Conclusão

O grande diferencial desses contrabaixos está justamente no equilíbrio entre duas ideias. De um lado, existe uma plataforma que remete imediatamente ao Jazz Bass e à flexibilidade de dois captadores JB. Do outro, aparecem recursos que ampliam consideravelmente o controle do baixista: pré ativo de três bandas, operação passiva, Tone Shape e opção entre quatro e cinco cordas.

Por isso, os Strinberg Aninha Deleones podem ser interessantes para quem gosta da linguagem de um Jazz Bass, mas não quer ficar limitado à eletrônica mais simples de uma configuração tradicional. O JBS154AD mantém a familiaridade das quatro cordas; o JBS155AD leva a mesma proposta a quem precisa de maior extensão grave.

Se você ainda está em dúvida entre quatro e cinco cordas, ativo e passivo ou simplesmente quer sentir como esses recursos funcionam na prática, converse com a equipe da Openstage. Você pode visitar a loja em Porto Alegre para conhecer os instrumentos de perto ou comprar online com atendimento especializado e entrega para todo o Brasil.




Conteúdo desenvolvido por Lucas de Paula para Openstage.

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