Violão PHX Camerata: tampo sólido, ótima seleção de madeiras e ótimo custo-benefício

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Violão PHX Camerata: tampo sólido, ótima seleção de madeiras e ótimo custo-benefício

Violão PHX Camerata: tampo sólido, ótima seleção de madeiras e ótimo custo-benefício

Violão PHX Camerata: tampo sólido, ótima seleção de madeiras e ótimo custo-benefício

        A linha Camerata da PHX é uma escolha interessante para quem quer um violão de nylon com proposta séria, acabamento caprichado e construção pensada para som e tocabilidade. Aqui na Loja OpenStage, quando o assunto é violão Camerata, o foco é simples: ajudar você a escolher qual o Camerata ideal para o seu repertório, seu toque e seu momento musical, com base em especificações e no que realmente faz diferença no uso diário.

        Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post .

  O que é a linha Camerata e para quem ela foi criada

  Tampo sólido no violão Camerata: por que é um divisor de águas

  Abeto ou cedro: diferenças de resposta e timbre

  Fundo abaulado no violão Camerata: o que muda na projeção e na sensação sonora

  Seleção de madeiras: jacarandá, mogno, nato e o impacto na tocabilidade

  Como escolher entre LCS-100, LCS-101, LCS-500, LCS-501 e LCS-05 NA

        Se você está pesquisando sobre violão PHX Camerata e quer entender, sem enrolação, por que o Camerata virou referência de custo-benefício em violão de nylon com tampo sólido, siga lendo. Você vai terminar este guia sabendo qual dos Camerata faz mais sentido para sua mão direita, sua dinâmica e seu estilo.


            1) O que é a linha Camerata e para quem ela faz sentido

        A Camerata é uma linha de violões de nylon da PHX que busca entregar um “pacote” típico de instrumentos mais avançados: materiais mais nobres, construção voltada para ressonância, e detalhes como tarraxas de perfil mais luxuoso e rastilho e pestana em osso. Em outras palavras, a Camerata mira aquele público que já percebe diferença de resposta entre instrumentos e quer um violão que acompanha evolução técnica, estudo e palco.

        O que costuma chamar atenção nos Camerata é a coerência do conjunto: você encontra modelos com tampo sólido e combinações de madeiras que privilegiam timbre e estabilidade, além de um acabamento em verniz brilhante em boa parte da linha. E existe um diferencial claro dentro da linha:: nos modelos LCS-100 e LCS-101, o fundo abaulado aparece como elemento de projeto, com a proposta de trazer uma sonoridade mais macia e aveludada.

        Na prática, a linha Camerata tende a fazer mais sentido para:

quem está do intermediário ao avançado e quer um violão de nylon com mais “corpo” e resposta;

quem toca repertório clássico, MPB, bossa nova, flamenco leve e fingerstyle no nylon;

Quem quer um violão para estudo sério, gravação caseira e apresentações, sem entrar imediatamente em faixas muito mais caras.


            2) Tampo sólido no violão: por que é um divisor de águas

        Se você está pesquisando sobre os violões Camerata da PHX, provavelmente já viu a expressão “tampo sólido”. E sim, no universo do violão, isso pesa. O tampo é uma das partes que mais influenciam a vibração e a projeção do instrumento. Em linhas gerais, quando falamos de tampo sólido (em vez de laminado), a tendência é ter uma resposta mais viva, maior sensibilidade ao toque e evolução de timbre com o tempo, especialmente em instrumentos bem construídos. É por isso que os Camerata chamam atenção: há modelos da linha Camerata com tampo sólido em abeto e também opções com tampo sólido em cedro.

        Para trazer um paralelo simples: fabricantes e conteúdos técnicos costumam apontar que madeiras “layered/laminated” (laminadas) tendem a ser mais estáveis, mas normalmente não têm a mesma complexidade sonora de madeiras sólidas. Esse tipo de explicação aparece, por exemplo, em materiais de marcas como a Taylor ao falar de madeiras laminadas versus sólidas. O ponto aqui não é “laminado é ruim”, e sim que, quando você quer nuance e resposta ao toque, um violão com tampo sólido costuma ser um atalho para chegar lá. E os Camerata são uma ótima opção para quem está atrás de um violão com tampo sólido sem arcar com custos muito altos.

        Se o seu objetivo com um violão é timbre mais rico, melhor dinâmica, e sensação de instrumento “mais solto” na mão, o tampo sólido é um dos motivos de a Camerata ser tão buscada.


            3) Abeto ou cedro no tampo: diferenças de resposta e timbre

        Dentro da linha Camerata, uma dúvida clássica é: Camerata com tampo sólido em spruce ou Camerata com tampo sólido em cedro? Na linha Camerata, os modelos LCS-500/LCS-100 aparecem com abeto sólido e os LCS-501/LCS-101 com cedro sólido.

        Em termos bem práticos para quem toca:

Abeto (muito usado em violão clássico) costuma entregar mais clareza, articulação e “headroom”, isto é, aguenta mais força sem perder definição.

Cedro costuma ter resposta mais imediata, sensação de som “cheio” mais rápido, com calor e um caráter mais aveludado.

Essas tendências aparecem em guias de madeiras para violão clássico, que descrevem spruce como mais brilhante e definido e cedro como mais quente e com resposta rápida.

O que isso significa na escolha do Camerata?

        Se você quer um Camerata com mais recorte em passagem rápida, contraponto e definição de vozes, o caminho natural é olhar com carinho para os violões Camerata LCS-100 e LCS-500 de abeto.

        Se você quer um Camerata com sensação de maciez, calor e “fala fácil” no toque, os modelos Camerata LCS-101 e LCS-501 de cedro tendem a agradar.


            4) Fundo abaulado na Camerata: o que muda na projeção e na sensação sonora

        Quando se fala em Camerata, o fundo abaulado é o ponto que mais “diferencia” os modelos LCS-100 e LCS-101 dentro da linha Camerata. O site da PHX destaca que justamente nesses modelos da Camerata está o diferencial do fundo abaulado, associado a uma sonoridade macia e aveludada.

        Mas o que isso quer dizer fora do marketing? A ideia do fundo abaulado (arch back) é mexer na forma como o corpo responde e projeta. Em descrições de lojistas, aparece a leitura de que o fundo abaulado ajuda na projeção e na ressonância, dando mais corpo ao som. E, em instrumentos clássicos modernos com conceito de “arched back”, também é comum associar esse desenho a impacto em timbre e projeção.

        Na prática, o que você deve observar ao testar um Camerata com fundo abaulado:

sensação de som “mais presente” mesmo tocando leve;

percepção de graves mais cheios sem embolar (dependendo do ambiente e das cordas);

conforto de encaixe do instrumento no corpo, que pode mudar um pouco por causa do desenho.

        Se você toca repertório que pede projeção e um “tapete” sonoro mais aveludado, um Camerata LCS-100 ou Camerata LCS-101 pode ser exatamente o tipo de instrumento que dá aquela sensação de upgrade sem você precisar mudar completamente sua técnica.


            5) Seleção de madeiras na Camerata: jacarandá, mogno, nato e o impacto na tocabilidade

        Outro motivo de tanta busca por Camerata é a combinação de madeiras. No catálogo da PHX, os modelos Camerata listam laterais e fundo em rosewood (aqui, jacarandá), com exceções como o LCS-05 NA que aparece com mogno nas laterais e no fundo.

O que isso costuma influenciar no Camerata?

Jacarandá (rosewood): tende a contribuir para graves mais amplos e sensação de “profundidade” harmônica, além de ser uma madeira tradicional em instrumentos clássicos.

Mogno (mahogany): geralmente entrega foco e médios mais evidentes, o que pode ajudar na definição, principalmente para estudo e acompanhamento.

Nato no braço: aparece de forma recorrente na linha Camerata, associado a estabilidade estrutural e sensação consistente na mão.

        No fim, a escolha de madeiras na Camerata conversa com o seu objetivo. Se você quer um Camerata com mais riqueza harmônica e profundidade, os modelos com jacarandá no corpo aparecem como caminho lógico. Se você quer um Camerata mais direto, com médios bem projetados para estudo e acompanhamento, o LCS-05 NA (mogno) entra forte na conversa.

            

            6) Como escolher entre LCS-100, LCS-101, LCS-500, LCS-501 e LCS-05 NA da Camerata

Agora a parte mais importante: escolher o Camerata certo. Aqui vai um guia prático, pensando em como a linha Camerata é apresentada oficialmente e como cada Camerata se posiciona.

Camerata LCS-100: nylon, tampo sólido em abeto, corpo com jacarandá e fundo abaulado. É o tipo de Camerata para quem quer o “pacote completo” do arch back e um instrumento com presença e elegância no som.

Camerata LCS-101: nylon, tampo sólido em cedro e fundo abaulado, muito próximo do conceito do LCS-100. A diferença entre os dois é o cedro no lugar do abeto. Na linha Camerata, ele costuma ser procurado por quem quer projeção e uma sonoridade mais aveludada.

Camerata LCS-500: nylon, tampo sólido em abeto, jacarandá no corpo, sem o destaque do fundo abaulado. É uma escolha de Camerata para quem quer clareza, definição e um instrumento muito consistente, com foco no tampo sólido e na combinação de madeiras.

Camerata LCS-501: nylon, tampo sólido em cedro, jacarandá no corpo. É o violão Camerata que tende a agradar quem busca resposta imediata e timbre encorpado, com a vantagem de manter o “DNA” de construção da linha.

Camerata LCS-05 NA: nylon, tampo sólido em spruce, laterais e fundo em mogno. É uma porta de entrada muito inteligente no violão Camerata para quem quer tampo sólido e madeiras bem escolhidas, com uma assinatura um pouco mais focada e direta no som.


Se você quer escolher seu Camerata com segurança, entre em contato com a Loja OpenStage para tirar suas dúvidas sobre instrumentos musicais em Porto Alegre e RS e adquirir seus instrumentos.




Conteúdo desenvolvido por Vitor Sarmento Divino para a Loja OpenStage.


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