3 maneiras diferentes de colocar movimento no som com Phaser, Flanger e Tremolo

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3 maneiras diferentes de colocar movimento no som com Phaser, Flanger e Tremolo

3 maneiras diferentes de colocar movimento no som com Phaser, Flanger e Tremolo

3 maneiras diferentes de colocar movimento no som com Phaser, Flanger e Tremolo

Depois de distorção, overdrive, chorus e delay, chegou a hora de avançarmos em uma pergunta muito comum quando começamos a explorar efeitos de modulação: afinal, qual é a diferença entre phaser, flanger e tremolo?

Os três podem fazer o som da guitarra parecer que está se movimentando. Mas esse movimento não acontece da mesma forma.

O phaser trabalha com relações de fase e cria aquela sensação fluida de frequências passando pelo timbre. O flanger utiliza um sinal ligeiramente atrasado e modulado, produzindo desde movimentos discretos até o famoso efeito que lembra um jato. Já o tremolo não altera fase nem cria uma cópia atrasada do sinal: ele simplesmente modifica o volume ritmicamente.

É exatamente por isso que Phaser PH-3, Flanger BF-3 e Tremolo TR-2 podem ocupar posições semelhantes em uma pedalboard e, ainda assim, cumprir funções completamente diferentes.

Na Openstage, em Porto Alegre, guitarristas iniciantes e profissionais podem comparar instrumentos, amplificadores, pedais e acessórios de acordo com o som que procuram, com atendimento presencial e online para todo o Brasil.

Neste quinto capítulo do Guia dos Pedais BOSS, vamos responder:

  1. O que são efeitos de modulação?
  2. Qual é a diferença entre phaser, flanger, chorus e tremolo?
  3. Como funciona um phaser?
  4. O que o Phaser PH-3 oferece além do phaser tradicional?
  5. Como funciona um flanger?
  6. O que diferencia o Flanger BF-3?
  7. Como funciona um tremolo e por que ele não é vibrato?
  8. O que os controles do Tremolo TR-2 mudam no som?
  9. Onde colocar Phaser PH-3, Flanger BF-3 e Tremolo TR-2 na cadeia de pedais?
  10. Phaser, Flanger ou Tremolo: qual escolher para o seu estilo?
  11. Porque comprar seu pedal Boss na Openstage?

1. O que são efeitos de modulação?

Efeitos de modulação alteram algum aspecto do sinal continuamente ao longo do tempo, criando movimento. Dependendo do efeito, essa variação pode acontecer na fase, no tempo de atraso, na afinação ou no volume.

É por isso que chorus, phaser, flanger, vibrato e tremolo costumam aparecer dentro da mesma grande família.

Todos produzem uma sensação de mudança contínua, mas o que está sendo modificado é diferente.

No phaser, encontramos filtros trabalhando sobre as relações de fase do sinal.

No flanger, uma segunda versão do sinal recebe um atraso muito curto cujo tempo varia continuamente.

No tremolo, o que sobe e desce é simplesmente o nível de volume.

Essa diferença técnica explica por que os três efeitos podem ser reconhecidos com tanta facilidade mesmo quando utilizamos velocidades parecidas.

Também mostra por que “modulação” é um termo muito mais amplo do que apenas chorus, efeito que conhecemos no terceiro capítulo desta série.

2. Qual é a diferença entre phaser, flanger, chorus e tremolo?

Phaser, flanger e chorus criam movimento através de alterações na relação entre sinais ou frequências, enquanto o tremolo trabalha diretamente com a amplitude. Em outras palavras, os três primeiros modificam a textura do som; o tremolo cria uma pulsação de volume.

O phaser divide o sinal e aplica filtros do tipo all-pass a uma das partes. Quando os dois sinais são novamente combinados, determinadas frequências se cancelam enquanto outras são reforçadas, e esse padrão se movimenta continuamente através de um LFO.

O resultado é aquela sensação de “varredura” ou movimento líquido.

O flanger também trabalha com duas versões do sinal, mas utiliza um atraso extremamente curto em uma delas. O tempo desse atraso varia continuamente e cria uma série de cancelamentos e reforços de frequências, produzindo um efeito mais metálico e pronunciado.

É daí que vem aquele famoso som semelhante a um avião a jato passando pelo timbre.

O chorus, que vimos anteriormente, também utiliza atraso modulado. A diferença está principalmente nos tempos empregados e na maneira como os sinais são misturados, criando a impressão de mais de uma fonte tocando simultaneamente.

Por isso, chorus e flanger podem chegar relativamente perto em determinadas regulagens.

Inclusive, guitarristas frequentemente utilizam flangers com configurações suaves para criar sons próximos de chorus. Essa versatilidade aparece repetidamente entre usuários de pedais dessa família.

Já o tremolo segue outro caminho.

Ele simplesmente aumenta e reduz o volume da guitarra de forma rítmica.

Então, embora todos produzam movimento, cada um movimenta uma parte diferente do som.

3. Como funciona um phaser?

Um phaser divide o sinal da guitarra em dois caminhos. Um permanece essencialmente intacto enquanto o outro passa por uma série de filtros que alteram sua fase. Ao reunir novamente os dois sinais, determinadas frequências são canceladas e outras reforçadas, produzindo a característica varredura do efeito.

Esse movimento é controlado por um LFO — Low Frequency Oscillator.

O LFO não é algo que você ouve diretamente.

Ele funciona como um controlador que movimenta continuamente o comportamento dos filtros.

A velocidade desse movimento geralmente é determinada pelo controle Rate.

Quanto menor o Rate, mais lentamente a varredura percorre o timbre.

Com velocidades baixas, um phaser pode adicionar uma movimentação quase imperceptível atrás de acordes e solos.

Aumente a velocidade e o efeito começa a chamar muito mais atenção.

Outro parâmetro comum é Depth, responsável por determinar o quanto essa modulação influencia o sinal.

Já o controle de Resonance, presente em determinados projetos, reforça a característica do efeito e pode deixar a varredura ainda mais pronunciada.

O phaser ganhou enorme espaço na guitarra a partir dos anos 1970. O Phaser PH-1 inclusive fez parte do trio inicial de pedais compactos lançado pela BOSS em 1977, ao lado do Overdrive OD-1 e do Spectrum SP-1.

4. O que o Phaser PH-3 oferece além do phaser tradicional?

O Phaser PH-3 vai além de uma única sonoridade de phaser ao reunir diferentes números de estágios, modos especiais como Rise, Fall e Step, além de Tap Tempo e possibilidade de controle por pedal de expressão.

Isso permite utilizar o pedal tanto para movimentos tradicionais quanto para efeitos muito mais radicais.

O seletor Stage é uma parte central dessa proposta.

Em um phaser, aumentar o número de estágios altera a quantidade e o comportamento dos pontos de cancelamento de frequência, mudando a complexidade da varredura.

O Phaser PH-3 permite trabalhar com configurações clássicas de múltiplos estágios.

Mas é nos modos especiais que ele se afasta mais do comportamento tradicional.

Rise cria uma sensação de movimento continuamente ascendente.

Fall produz o movimento contrário.

Em vez daquela varredura que parece subir e descer ciclicamente, o efeito cria a impressão de caminhar apenas em uma direção.

Já o modo Step produz um comportamento mais segmentado, quase como se a modulação estivesse passando por degraus em vez de percorrer suavemente o espectro.

O Phaser PH-3 também oferece Tap Tempo diretamente no pedal.

Isso permite sincronizar a velocidade da modulação com o andamento da música, algo especialmente útil quando o movimento do phaser faz parte do ritmo.

Outra possibilidade é conectar um pedal de expressão para controlar parâmetros do efeito em tempo real.

Portanto, o Phaser PH-3 pode atuar de duas formas bastante diferentes.

Ele consegue produzir aquele movimento clássico e discreto associado ao phaser, mas também pode transformar a modulação em parte central do arranjo.

5. Como funciona um flanger?

O flanger duplica o sinal da guitarra e atrasa uma das cópias por uma quantidade muito pequena de tempo. Esse atraso varia continuamente, criando uma série de cancelamentos e reforços de frequências que se deslocam pelo espectro.

O resultado pode ser suave ou extremamente evidente.

Em configurações discretas, o flanger pode engrossar acordes e criar um movimento que chega relativamente perto de chorus.

Conforme aumentamos Depth, Resonance ou Feedback, a personalidade muda.

A varredura fica mais metálica.

O famoso “jet plane” começa a aparecer.

Historicamente, o efeito nasceu de técnicas realizadas com gravadores de fita.

Duas máquinas reproduziam o mesmo material enquanto pequenas mudanças de velocidade criavam diferenças de tempo entre elas. Ao combinar os sinais novamente, surgia aquele movimento característico.

Um pedal de flanger recria esse princípio eletronicamente. Essa origem também ajuda a explicar por que flanger e chorus são parentes tão próximos. Os dois trabalham com pequenos atrasos modulados, mas utilizam parâmetros diferentes e chegam a resultados bastante distintos.

O flanger pode ser um dos efeitos mais extremos do pedalboard, mas isso não significa que precise ser usado dessa maneira.

Regulagens lentas e pouco profundas podem criar uma movimentação muito mais discreta e musical.

6. O que diferencia o Flanger BF-3?

O Flanger BF-3 combina os timbres tradicionais de flanger da BOSS com modos adicionais como Ultra, Gate/Pan e Momentary, além de Tap Tempo, operação estéreo e entradas específicas para guitarra e baixo.

Ele foi desenvolvido a partir da história do conhecido Flanger BF-2, expandindo suas possibilidades.

O modo Ultra cria uma modulação mais profunda e pronunciada.

É uma opção interessante quando o objetivo é assumir o flanger como parte evidente do timbre em vez de utilizá-lo apenas como textura.

O Gate/Pan segue por um caminho ainda mais radical.

Em mono, o efeito pode criar uma sensação rítmica de som “fatiado”. Em configurações estéreo, acrescenta movimento espacial ao resultado.

Já o modo Momentary muda a maneira de utilizar o footswitch.

O efeito permanece ativo apenas enquanto o pedal estiver pressionado.

Isso permite inserir rapidamente uma passagem de flanger em uma nota, acorde ou parte específica da música sem precisar ligar e desligar o efeito da maneira convencional.

O Flanger BF-3 também oferece Tap Tempo, permitindo relacionar a velocidade da modulação ao andamento.

Outro diferencial são as entradas dedicadas para guitarra e baixo. Isso amplia a aplicação do pedal sem obrigar os dois instrumentos a utilizarem exatamente o mesmo tratamento de sinal.

E aqui aparece uma característica interessante do flanger: sua versatilidade.

Com regulagens moderadas, ele pode se aproximar de chorus e outras modulações. Com controles mais extremos, transforma completamente o timbre.

Não por acaso, alguns guitarristas enxergam o flanger quase como um “canivete suíço” das modulações.

7. Como funciona um tremolo e por que ele não é vibrato?

Tremolo é uma modulação de volume. Vibrato é uma modulação de afinação. Embora esses dois termos tenham sido historicamente confundidos em instrumentos e amplificadores, tecnicamente eles produzem efeitos diferentes.

No tremolo, o sinal fica alternadamente mais alto e mais baixo.

Quando a velocidade é lenta, ouvimos uma pulsação suave.

Quando aumenta, o som pode adquirir um caráter quase cortado.

Se a profundidade também estiver alta, essa pulsação pode chegar próximo de um efeito de stutter.

O vibrato, por outro lado, modifica a altura da nota.

A afinação oscila para cima e para baixo.

Essa diferença é especialmente importante porque alguns equipamentos historicamente chamaram de “tremolo” sistemas que, na prática, alteram pitch.

Na própria guitarra, por exemplo, aquilo que muitas vezes chamamos de “alavanca de tremolo” tecnicamente produz vibrato, pois muda a tensão das cordas e consequentemente a afinação.

Um verdadeiro pedal de tremolo não precisa alterar o pitch.

Ele funciona quase como alguém girando rapidamente o controle de volume para cima e para baixo em um ritmo constante.

É uma ideia muito simples.

Mas essa simplicidade produz desde texturas vintage extremamente discretas até sons pulsantes e modernos.

8. O que os controles do Tremolo TR-2 mudam no som?

O Tremolo TR-2 trabalha com três controles principais: Rate, Depth e Wave. Rate define a velocidade da pulsação, Depth controla o quanto o volume varia e Wave modifica o formato dessa variação, permitindo passar de uma resposta suave para um comportamento mais marcado.

O Rate determina quantas vezes o volume sobe e desce ao longo do tempo.

Em valores baixos, o resultado pode lembrar o tremolo suave encontrado em amplificadores vintage.

Aumentando o Rate, a pulsação se torna mais rápida e começa a participar mais ativamente do ritmo.

O Depth determina a intensidade da diferença entre os pontos altos e baixos.

Com Depth reduzido, o efeito apenas movimenta delicadamente o sinal.

Com Depth elevado, a diferença de volume fica muito mais evidente.

Já o controle Wave é uma das características mais interessantes do Tremolo TR-2.

Ele altera a forma da onda utilizada para modular o volume, caminhando de uma resposta triangular mais suave para uma forma quadrada mais abrupta.

Isso transforma completamente a personalidade do pedal.

Uma onda mais suave produz aquele tremolo clássico que parece respirar junto da guitarra.

Uma onda mais quadrada cria cortes muito mais definidos.

É assim que o Tremolo TR-2 consegue transitar de blues, country e rock clássico até texturas quase mecânicas.

E essa versatilidade vem de apenas três controles.

9. Onde colocar Phaser PH-3, Flanger BF-3 e Tremolo TR-2 na cadeia de pedais?

Uma posição bastante tradicional para Phaser PH-3, Flanger BF-3 e Tremolo TR-2 é depois de compressor, overdrive e distorção, mas antes de delay e reverb. Essa organização permite que as modulações atuem sobre o timbre já saturado antes da criação de ecos e ambiências.

Uma cadeia possível seria:

Guitarra → compressor → overdrive → distorção → Phaser PH-3 / Flanger BF-3 / Tremolo TR-2 → delay → reverb → amplificador.

Essa ordem conversa diretamente com aquilo que já vimos nos capítulos anteriores do nosso Guia dos Pedais BOSS.

Primeiro construímos dinâmica e ganho.

Depois acrescentamos movimento.

Em seguida entram delay e reverb para trabalhar espaço e profundidade.

No caso do phaser, a BOSS apresenta a posição após overdrives e distorções e antes de delay e reverb como um ponto de partida bastante funcional.

O Tremolo TR-2 também costuma funcionar muito bem depois dos drives e antes dos efeitos de tempo.

Mas não existe uma lei.

Um phaser antes da distorção pode produzir um movimento menos evidente e deixar a saturação reagir à própria varredura.

Flanger antes ou depois do drive também muda bastante de personalidade.

O Tremolo TR-2 depois de um grande reverb, por exemplo, pode cortar ritmicamente toda a cauda de ambiência e criar texturas muito diferentes da configuração tradicional.

Também é possível combinar as próprias modulações.

Flanger BF-3 e Tremolo TR-2 juntos podem transformar o sinal em algo quase sintetizado quando utilizados de maneira extrema.

Portanto, use a ordem tradicional como ponto de partida.

Depois experimente.

A cadeia de pedais também é parte do instrumento.

10. Phaser, Flanger ou Tremolo: qual escolher para o seu estilo?

A escolha depende menos de qual efeito é “melhor” e mais do tipo de movimento que você quer acrescentar. O Phaser PH-3 produz uma varredura fluida de frequências, o Flanger BF-3 cria movimento mais metálico e espacial, enquanto o Tremolo TR-2 transforma o volume em um elemento rítmico.

Se você procura uma modulação que possa ficar quase escondida atrás do timbre e apenas acrescentar movimento, o Phaser PH-3 é uma opção muito interessante.

Ele funciona especialmente bem em acordes, bases com overdrive, riffs e solos.

Em velocidades lentas, o efeito pode ser extremamente musical sem chamar atenção demais.

E quando você quiser algo mais radical, os modos Rise, Fall e Step ampliam bastante suas possibilidades.

O Flanger BF-3 faz sentido quando você procura uma modulação com personalidade mais evidente.

Ele consegue criar o clássico movimento de flanger, efeitos semelhantes a um jato, texturas estéreo, sons fatiados e regulagens mais suaves que podem se aproximar de chorus.

Para quem precisa de apenas uma modulação e gosta de experimentar, essa amplitude pode ser muito interessante.

Já o Tremolo TR-2 segue uma lógica completamente diferente.

Ele não muda a textura harmônica da guitarra da mesma maneira.

Transforma o volume em ritmo.

Isso pode ser perfeito para acordes longos, linhas simples, bases com reverb, country, blues, rock, música alternativa e situações em que a pulsação precisa participar do arranjo.

A guitarra também influencia a percepção.

Captadores, quantidade de ganho, amplificador e outros efeitos mudam a forma como essas modulações aparecem.

Por isso, ouvir isoladamente é útil, mas testar dentro de uma cadeia próxima daquilo que você realmente utiliza continua sendo muito importante.

Talvez a melhor pergunta não seja:

“Phaser, flanger ou tremolo?”

Mas sim:

Você quer que o som flutue, varra ou pulse?

Se quer uma varredura fluida, comece pelo Phaser PH-3.

Se procura movimento mais pronunciado, metálico ou experimental, conheça o Flanger BF-3.

Se deseja transformar a própria dinâmica de volume em ritmo, experimente o Tremolo TR-2.

11. Porque comprar seu pedal Boss na Openstage?

Entender tecnicamente uma modulação ajuda bastante, mas ouvir o efeito junto da sua guitarra e do seu amplificador pode mudar completamente sua percepção.

Isso é especialmente verdadeiro quando comparamos phaser, flanger e tremolo.

Uma regulagem de Phaser PH-3 que parece discreta com guitarra limpa pode ganhar enorme presença quando combinada com overdrive.

O Flanger BF-3 pode soar radical em uma configuração e surpreendentemente sutil em outra.

Na Openstage, em Porto Alegre, nós temos uma parceria com a Roland/Boss, onde você pode testar os produtos em loja, comprá-los com desconto exclusivo e receber os produtos na sua casa, enviado diretamente pela marca!

Conclusão

A principal conclusão é que movimento não significa necessariamente o mesmo tipo de modulação.

O Phaser PH-3 movimenta relações de fase e frequências.

O Flanger BF-3 utiliza um pequeno atraso modulado para criar cancelamentos e reforços com personalidade própria.

O Tremolo TR-2 simplesmente transforma volume em pulsação.

Os três fazem o som se movimentar. Mas movimentam partes diferentes dele.

E é justamente essa diferença que torna cada efeito útil.

Depois de chorus, delay e agora estas três modulações, nosso Guia dos Pedais BOSS começa a mostrar uma ideia cada vez mais importante: dois pedais podem até pertencer à mesma grande família, mas o modo como interferem na execução pode ser completamente diferente.

Se você quer conhecer os pedais BOSS de perto, comparar Phaser PH-3, Flanger BF-3 e Tremolo TR-2 ou entender qual modulação pode conversar melhor com sua guitarra, amplificador e estilo musical, fale com a equipe da Openstage. Você pode visitar nossa loja em Porto Alegre ou falar conosco online, com atendimento e envio para todo o Brasil.


Confira também os outros capítulos da nossa série Guia de Pedais BOSS da Openstage:

1. Por que a BOSS tem tantos pedais de distorção? Entenda a proposta de cada modelo

2. Mais ganho ou mais dinâmica? Entenda as propostas dos pedais de overdrive da BOSS

3. Por que nem todo chorus soa igual? Conheça as diferentes propostas da BOSS

4. Pedais de Delay BOSS: do eco simples às paisagens sonoras






Conteúdo desenvolvido por Lucas de Paula para Openstage.

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